Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
Responsabilidade em influenciar
“Há uma certa responsabilidade que se acumulou sobre mim quando obtive esta posição inesperada.” disse Bill Gates. Essa afirmação asscoia-se bastante com os dias atuais, os quais a responsabilidade de pessoas públicas de influenciar seus espectadores se torna uma questão complicada de lidar. Influenciadores digitais trabalham com esse peso, pois lucram por meio de marcas que lhes procuram para aplicar essa influência comprando o seu produto. Porém, deve-se tomar cuidado com a veracidade da propaganda e a eficácia do objeto de consumo.
Primeiramente, pontua-se que apenas 10% do público entre 18 e 34 anos de idade afirma nunca ter sido influenciado no meio digital. Além disso, a pesquisa mostra que 64% desses jovens já pesquisou uma marca ou um produto por meio de influencers. Um exemplo que pode citar é a atual ganhadora do Big Brother Brasil 21, Juliette Freire, que, ao aparecer na internet usando um vestido longo fazendo publicidade dele, em menos de 24 horas, o modelo esgotou no site da loja.
Segundamente, é importante ressaltar que deve-se asssegurar sempre a qualidade do produto e se a propaganda feita pelos influencer é verdadeira. “Todos os produtos que eu faço publi, são produtos que eu uso, gosto e recomendo! Podem ficar tranquilas meninas” disse Bianca Andrade, influencer de 16 milhos de seguidores no Instagram, reforçando que propaganda enganosa na sua rede não existe.
Portanto, o Ministerio da Cultura deve propor uma melhoria no sistema de asseguração de vendas pela internet. Um bom começo seria um espaço de diálago coletivo onde os clientes possam pedir opiniões de pessoas que ja consumiram o produto para ver se vale a pena mesmo. Logo, a responsabilidade citada por Bill Gates será apenas um detalhe no trabalho dos influenciadores, que vão influenciar de maneira positiva seus seguidores.