Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
A “Paixão de Cristo”-termo teológico utilizado para se referir a cruscificação de Jesus Cristo- retoma a condenação justificada pelo governo provincial a influência ideológico difundida por esse e seguida pelas diversas camadas sociais como impróprias. Concomitantemente, apesar da supressão de tamanha barbárie aos pensadores na atualidade, a inferência de diversas personagens digitais na contemporaneidade impactam em diversas outras decisões, principalmente, consumistas na sociedade moderna brasileira. Desse modo, cabe avaliar a homogeneização de apectos sociais e o impacto de tais práticas na construção da identidade individual, como vertentes prepulsoras dessas ações.
Em primeiro plano, saliente-se a hegemonia das ações em comunidade ou individuais resguardadas por agentes digitais na sociedade. À vista disso, o seriado estadunidense “Icarly”, em um de seus episódios, transluz a promoção de uma marca de calçados em seu webshow; Icarly, induzindo diversos internautas a compra desse produto. Entretanto, a inferioridade em detrimento ao que fora apresentado, presidiu no subjulgamento das personagens por seu público. Dessarte, a primazia de personas digitalmente famosas a necessidade em ofertar produtos e serviços conduz a formação de uma grande parcela social consumista dos produtos, em que tal imposição velada desqualifica a volatilidade e dinamismo econômico, recluindo outra parcela a um cenário inferior.
Ademais, a conduta dos “digitais influencers” no propagandeamento concerne na construção identitória de seus espectadores. O filosófo Jean-Paul sartre atribui o conceito de responsabilidade individual e coletiva simultaneamnete ao homem, ao ponto que esse está sujeito a condução progressiva de seus atos e a sua comunidade. Nesse viés, Sartre saliente as inferências individuais na conjuntura social, logo, tal prelúdio relaciona-se ao contexto apresentado, diante da futilidade dos mais variados produtores de conteúdo, os quais mitigam e desvirtuam a moralidade, principalmente, infantil, ao passo que induzem a necessidade de aquisição de tais marcas, produtos, serviços ou estilos em suas redes e canais digitais.
Portanto, concernente aos óbices explicitados, a uniformidade dos processos socias e à fomentação individual pelos processos propagandeados digitalmente, advindos dos influenciadores digitais, faz-se de suma importânica reavaliá-los. Nesse aspecto, a introdução de departamentos especializados no marketing digital, financiado pelo Governo Federal, através da formação de normas mais especificas ao divulgamento de produtos e marcas, objetivaria o controle das consequência geradas por tal. Outrossim, o incentiva a campanhas, pelo Governo, como quais presidissem os maléficios de tais meios aos pais, resultaria na minimização desse empecilho. E dessa forma, respladaria-se a identidade social.