Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
Segundo uma pesquisa feita pela Qualibest, 49% dos pesquisados afirmaram que já consumiram um produto ou serviço porque foram influenciados digitalmente. Esses dados mostram o poder que os influenciadores digitais têm sobre as decisões de consumo. No entanto, essa capacidade de persuasão não é totalmente positiva. Isso acontece porque ocorre uma grande manipulação dos influenciados, além de ter um grande impacto no meio ambiente. Dessa forma, é essencial uma mudança no cenário.
Inicialmente, é válido ressaltar que os influenciadores digitais persuadem seus seguidores, uma vez que muitos desses fazem de tudo para parecerem com estes e, consequentemente, perdem sua capacidade de tomar decisão. De acordo com o conceito de conformidade cultural desenvolvido pelo psicológo Solomon Asch, devido a influência de fatores externos, os indivíduos acabam por perder sua capacidade de pensamento individual, juntando-se ao das massas. Isso significa que, devido às atitudes da personalidades digitais, muitos cidadãos mudam seus comportamentos e opiniões, perdendo sua individualidade. Portanto, esse cenário deve ser alterado.
Além disso, devido a forte influência dessas personlidades digitais nas decisões do consumo, muitos influenciados acabam por consumir além do que realmente precisam, prejudicando o meio ambiente. Isso acontece porque seus ídolos fizeram propaganda sobre o produto e acabaram por decidir comprar apenas por o terem visto com seus ídolos. Tal situação é retrada no filme Wall-e, da Pixar, que mostra como o mundo está com excesso de lixo devido ao consumo exarcebado dos indíviduos. Esse tem influência direta dos influenciadores digitais. Dessa maneira, algumas medidas são necessárias para resolver a questão.
Em suma, soluções devem ser encontradas para o problema. Para isso, cabe às instituições de ensino ao redor do mundo abordarem sobre o poder dos influenciadores digitais sobre sociedade nas escolas, a partir de palestras com psicólogos, por exemplo, a fim de mostrar como o poder de persuasão desses indíviduos podem levar a uma alienação no consumo. Além disso, cabem às Organizações Não-Governamentais (ONGs) de alcance mundial, desenvolver propagandas e filmes, como o Wall-E, sobre como o consumismo é extremamente prejudicial ao meio ambiente, mostrando também como os influenciadores digitais tem extrema força para influenciar esse consumismo. Dessa forma um mundo menos alienado e menos consumista e, portanto, mais sutentável, é desenvolvido.