Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
É notável o poder que a tecnologia tem na vida das pessoas na atualidade. Tal força é percebida após fazer uma procura por algum produto na internet, pois logo depois muitos algoritmos estão agindo por meio de propagandas que aparecerão com muita frequência ao se usar novamente a rede. Além disso, adiciona-se os influenciadores digitais, os quais possuem papel semelhante ao mecanismo supracitado. No entanto, estes detêm uma maior influência sobre os usuários e essa torna muito danosa à autonomia das pessoas, sendo isso um sério problema para uma sociedade que precisa ser visto com maior delicadeza.
Entende-se, principalmente, que abster das redes sociais seja uma decisão difícil há ser tomada no século que vivemos.Porém, é preciso muito cuidado ao reconhecer-las e sentido o mecanismo por trás de muito conteúdo que está na internet. Há nas redes sociais as blogueiras- uma influenciador digital- que fazem propagandas de modo a induzir os que seguem as mídias a fazerem uso dos produtos que elas anunciam.
A maioria das “influncers” trabalham com apenas uma marca, produtos são caros, e muitas pessoas são levadas a comprar tais produtos, mesmo não tendo condições financeiras de arcar com as dívidas, ea serem levadas a ter preconceito de outros produtos porque são de forma incisiva persuadidas por influenciadoras, isso se torna um problema, posto que as pessoas começam a agir de forma passiva, sem uma reflexão íntima daquilo que ela compra, usa, ou pretende usar, adota hábitos contra sua vontade, um fim de se ver parecida com a blogueira que a orienta.
Ademais, é conveniente destacar que há influenciadores para todas as idades, sendo necessário atentar para aqueles que têm como público alvo as crianças e jovens, pois estes são mais vulneráveis a serem influenciados. Nesse sentido, torna-se uma situação complicada em que é comprometido o agir e a forma de produzir suas opiniões e preceitos, e teremos uma sociedade futura pessoas que não conseguem pensar por si, ficando endividadas por serem vítimas dessa consequência da cultura do consumismo.
Portanto, faz-se preciso um olhar mais profundo para esta questão e estudar suas causas, consequências e as possíveis formas de enfrentar e mitigar tudo isso. Para tanto, o Ministério da Educação deve agir, por meio das escolas e professores, criando projetos com palestras, incrementando o currículo escolar aulas que visem educar, desde cedo, os alunos a entenderem o mal implícito que os influenciadores digitais podem trazer na autonomia das pessoas. E, por conseguinte, tornarem-se adultos que pensem de forma ativa.