Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

No século XVIII um evento importante mudou totalmente a forma como as pessoas da época pensavam: A Revolução Indústrial, que ocorreu na Inglaterra acelerou o processo de globalização com o desenvolvimento de novas tecnologias capazes de interligar vários pontos do globo terrestre. Em consequência disso, novas formas de markenting surgem nas redes sociais atualmente, entretanto tais maneiras impactam a vida dos influenciados uma vez que há uma supervalorização da posse e despreparo das novas gerações quanto a administração financeira. Por essa razão, torna-se evidente que medidas sejam tomadas a fim de evitar prejuízos às pessoas.

Dessa forma, em primeiro plano, é válido destacar que com o surgimento das redes sociais e consequentemente dos influenciadores digitais, a sociedade atual vive em um alto grau de superficialidade, sendo a alta influência midiática nos meios digitais a principal causa do problema e como afima o filósofo Zygmunt Bauman na teoria da Modernidade líquida, na qual coloca em comparação os “tempos sólidos” com o “tempo líquido”, não há inclusão de sentimentos tanto nas formas de relacionamentos, quanto nas formas de consumo, o que acarreta no aumento de transtonos de ansiedade, bem como da compulsão por compras e da produção exorbitante de lixo.

Em segunda análise, é fundamental os ensinamentos advindos da família ao indivíduo, todavia o despreparo das gerações passadas em relação ao dinheiro afeta na forma como as novas gerações encaram o ato de consumir, à vista disso o filósofo Talcott Parsons exalta a importância da instituição familiar na formação de personalidades humanas, responsável na transmissão de ensinamentos válidos para a vida prática, logo com a ausência da família no aprendizado na relação com o dinheiro e o alto grau de influência de consumo nas redes, ascende o número de pessoas endividadas e por esse motivo, frustradas e preocupadas com o futuro. É importante, portanto, formas de atenuar a questão no Brasil.

A respeito do exposto, providências precisam ser tomadas a fim de melhor a relação dos indivíduos com o consumo. Sendo assim, é dever do Ministério da Educação - órgão responsável pelo desenvolvimento acadêmico de jovens e crianças - investir em palestras por meio de profissionais do ramo da economia, que ensine aos jovens como adquirir uma boa relação com o dinheiro e com as compras, a fim de gerar ensinamentos que serão passados a diante nas próximas gerações, evitando dívitas e por consequêcia aumentando a qualidade de vida, com o aumento no foco em atividades realmente produtivas e prazerosas. Dessa maneira, dar-se-à o primeiro passo para melhorar os impactos dos inflenciadores digitais nas decisões de consumo no Brasil.