Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
No século XVIII ocorreu a primeira fase da revolução industrial, constituindo um novo padrão de consumo na sociedade. Atualmente, esse padrão tem sido influenciado pela internet por meio do engajamento dos influenciadores digitais. Entretanto, eventualmente, essa influência pode ser enganadora, expondo produtos falsos ou até ineficientes. Isso ocorre por causa do consumismo exacerbado e a promoção de produtos falsos. Dessa forma, é imprescindível superar esses desafios a fim de alcançar uma sociedade justa e igualitária.
Convém analisar, a príncipio, que o consumismo exacerbado da população, que é incentivado pelo estilo de vida dos “influencers”, vem criando espaço nas lojas e shoppings. Segundo John Locke, o homem nasce como se fosse uma “folha em branco”, ou seja, ao usar muito as redes socias o indivíduo vai sendo influenciado a comprar o que lhe é anunciado. Urge, desse modo, a necessidade de solucionar esse entrave.
Somado a isso, a promoção de produtos falsos vem enganando muitos usuários e seguidores de famosos. Parafraseando Sidarta Gautama, conhecido como Buda, as pessoas são moldadas pela internet, sendo assim, os indivíduos são facilmente enganados por dar muita credibilidade ao influencer. Exemplo disso, é o caso da Dani russo, cantora de funk, que foi acusada de participar de um esquema criminoso de venda de produtos falsificados na conta da cantora. Com isso, faz-se fundamental a reformular esse cenário no Brasil.
Portanto, medidas devem ser colocadas em prática para amenizar a situação. Para isso, as empresas midiáticas como instagram, facebook e twitter devem multar os influencers e as companhias fraudulentas que enganam os usários, por multas e até desativações de contas que participam desse esquema, para terminar essa onda de crime, proporcionando uma rede mais limpa e segura de fraudes. Com essa e outras medidas, os usuários estarão sendo influenciados a serem humanos melhores.