Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
Na metade do século XX, ocorreu a Revolução Industrial, um processo de grande desenvolvimento produtivo. Nesse sentido, fez-se necessária a criação de uma mentalidade consumista específica a destinação da tamanha produção. Atualmente, com a consolidação do sistema capitalista, houve o aprimoramento ainda maior de medidas que incentivam tal comportamento, como o surgimento dos influenciadores digitais. Esses, por sua vez, que têm o objetivo depertar o desejo por certo produto ou serviço nas pessoas, contribuir para a perca do senso crítico e da alienação da sociedade. Dessa forma, é preciso realizar uma discussão sobre o tema.
Sob essa ótica, é válido compreender o poder persuasivo que os influenciadores das redes possuem. Isso ocorre devido ao sentimento criado nos espectadores por se identificar e se inspirar esses profissionais. Sendo assim, eles passam a ganhar credibilidade e confiança, o que sustenta as suas indicações. Tal fato é evidenciado na série televisiva “Gossip Girl - reboot”, visto que a personagem Julien Calloway se dedica para construir uma imagem online e consegiur finalmente se tornar influente nas redes sociais, conseguindo, portanto, convencer seus seguidores a consumirem aquilo que ela indica .
Por conseguinte, tem-se uma sociedade marcada pela falta de senso crítico principalmente em relação ao consumo de bens. O cenário deve pelo desejo da maior parte da população se assemelhar àqueles que expõem sua vida na “internet”. Isso é gerado graças à constante busca humana pela felicidade, o que é explicado pelo conceito de “eudaimonia”, do fílósofo grego Aristóteles. Dessa maneira, por acreditar que se atinge a realização máxima pela similaridade da vida compartilhada pelos trabalhadores virtuais, ocorre o espelhamento de suas atitudes ou que conseqüentemente, infere não consumo dos mesmos produtos. Todavia, essa busca constante apenas evidencia o consumismo pessoas, quando eles, por exemplo, checam o seu “Instagram” e percebem tal influenciador recomendando certo cosmédico,
Logo, os Governos Ferderais, órgãos de máximo poder executivo, dos países com o comércio ativo, devem criar campanhas de concientização. Elas são convertidas por meio de posts nas redes sociais a vistas de alertar a população. Tal medida seria efetivada a fim de criar usuários mais conscientes que, mesmo absorvendo conteúdos persuasivos, construiríam um maior senso crítico para analisar a necessidade real de aquisição, antes do consumismo criado desde a Revolução Industrial.