Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

No programa Big Brother Brasil 2021, a paraibana Juliette ficou conhecida em todo território nacional, sua influência é tão grande que algumas roupas que a ex-bbb já foi flagrada usando chegaram a se esgotar em minutos. Contudo, com a falta de investimentos na educação, boa parte dessas compras é apenas um impulso feito pela mídia. Assim, é fundamental analisar tais fatores para que ambos possam ser resolvidos.

Sob esse viés, pode-se apontar como um empecilho para consolidação do problema, a falta de aplicação na educação, principalmente no que se remete ao ensino financeiro. De maneira análoga a Aristoteles no livro “Ética a Nicômaco”, a política existe para garantir a felicidade dos cidadões. No entanto é perceptível que o consumismo viola esse direito, principalmente na população com um poder aquisitivo maior, portanto é um mal a todo território nacional.

De mesmo modo, a mídia exerce um papel fundamental nas decisões de consumo, utilizando da fama de influenciadores digitais para gerar impacto nas propagandas que incentivam o consumo de produtos, muita das vezes, desnecessários. Conforme Pierre Bourdieu, o que foi criado para ser mecanismo de democracia não pode ser convertido em mecanismo de opressão. Nesse modo, é possivel observar que a mídia, favorece o consumismo utilizando as propagandas ao seu favor, ajudando na consolidação do problema.

Portanto, algo precisa ser realizado para amenizar essa problemática. Logo, o ministerio da educação junto ao governo, devem estabelecer ensino financeiro a todas as escolas. Dessa forma, o gasto desenfreado por parte da população podera ser amenizado com o passar do tempo. Somente assim, esse problema será gradativamente erradicado, pois conforme Gabriel O pensador, “na mudança do presente a gente molda o futuro”.