Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 22/08/2021

Após a revolução dos meios de comunicação com a criação de meios de comunicação inovadores, como rádios e televisões, empresas  anunciam seus produtos com o intuito de vendê-los. Então, com o passar dos anos, novos meios de comunicação surgiram, tais como as redes sociais, e empresas vêm cada vez mais recorrendo aos influenciadores das redes  sociais, por isso, tal parceria é benéfica já que gera renda para o influenciador e faz girar o mercado, entretanto, quando incentiva o consumismo, pode gerar efeitos negativos na sociedade. Portanto, é necessário entender as causas e o impacto do consumismo, assim como o impacto dos influenciadores nas decisões de consumo.

O consumismo é criado a a partir da exposição excessiva e do consumidor ao produto, fazendo com que o consumidor pense que necessita daquele bem, embora não precise realmente. Logo, quando alguém vê em sua rede social que um influenciador que ela acompanha, além da exposição ao produto, existe a ligação afetiva com aquela pessoa, fazendo com que ela fique mais propensa a comprar tal produto. Assim, gerando um comportamento nocivo, que muitas vezes leva em consideração somente a resenha do influenciador, movido pela necessidade de comprar.

Por outro lado, crianças são muito mais propensas serem influenciadas a comprar ou querer coisas, por estar em estado de desenvolvimento, muitas vezes esses influenciadores podem ser ídolos, para a juventude, gerando crianças sedentas pelo consumo. De acordo com pesquisa do Terra, o mercado infantil roda aproximadamente 16 bilhões de reais anualmente, com tendência a aumentar, fazendo assim, que seja um mercado muito lucrativo para se investir e apelar o consumo por meio de influenciadores infantis. Nesse prisma, Além de ser um problema para a juventude, é também um grande problema para os pais e para a natureza.

Destarte, Os impactos dos influenciadores digitais nas decisões de consumo são claros e quando em excesso e influencia no consumismo é muito prejudicial.  Assim, é necessario que o governo federal crie restrições para propagandas que façam pessoas serem influenciadas a comprar mesmo que não precisem, principalmente em crianças, por meio de uma lei regulamentadora, para que o consumismo seja cada vez menor. Além disso, é necessário filtros de conteúdo na internet nas redes sociais para o público infantil desenvolvidos pelas donas das redes sociais, para que tais crianças não crescam consumistas. Desse modo o impacto dos influenciadores digitais no consumo será cada vez mais direcionado, cada vez mais sem cunho consumista.