Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
Segundo o escritor Oscar Wilde, “Infuência boa não existe”. Analogamente, no Brasil oriundo, percebe-se uma realidade diferente, visto que os influenciadores digitais e seus impactos nas decisões de consumo é um entrave recorrente. Nesse contexto, duas questões para essa problemática se destacam, o consumismo exagerado e os possíveis golpes. Logo, urgem soluções para reverter tal cenário.
A princípio, o consumismo exagerado é um obstáculo social que vem sendo cada vez mais comum, então necessita ser sanado. Isto ocorre pois as pessoas vem ficando cada vez mais codependente de outras pessoas, por isso quando um ser humano vê alguém recomendando algum produto ou serviço, ele subconscientimente ja está condicionado a querer adquirir isso, e quando um influenciador que tem milhares de seguidores gera tal ato, faz com que vários indivíduos comprem tal coisa. Por causa disso medidas devem ser tomadas.
Além disso, os possíveis golpes ocorrem por que o influenciador não procurou a fundo saber se a empresa que os está contratando é realmente uma empresa de verdade ou se só “existe” para dar golpes, como foi o caso da influenciadora Virgínia Fonsceca que divulgou uma loja que vendia “smartphones” e uma seguidora foi comprar um iphone oito plus, porém a loja não entregou de fato o aparelho a ela, esse caso é tão sério que a moça que pagou pelo celular entrou na justiça contra a influenciadora. Por causa disso esse problema deve ser resolvido.
Portanto, uma possível solução para esse problema, seria o Governo Federal, detentor do bem-estar social, incentivar os influenciadores digitais a buscar a fundo se essa empresa realmente existe e é confiável, além de punir os “influencers” que divulgarem lojas “fakes”, por meio de uma nova lei que combata tal ato, com a finalidade de diminuir muito esses golpes.