Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
A Constituição Federal de 1988 prevê, em seu principal artigo, o direito da liberdade de expressão e também consumir qualquer produto audiovisual. Entretanto, a negliência estatal e o grande alcance e poder de influência que as figuras públicas tem, são fatores que influenciam em decisões das pessoas. Desse modo, é necessário a solução desse entrave para obter uma sociedade mais justa e ter um melhor ambiente.
Nesse viés, vale salientar que o Governo negligencia a fiscalização e combate á essa adversidade. Diante disso, de acordo com Émile Durkheim e seu pensamento sobre o “Corpo Biológico”, ele compreende o Estado e a sociedade como órgãos, nos quais desempenham suas funções e juntos formam o corpo, quando não efetuadas as suas funções, prejudicam o meio. Dessa maneira, é perceptível o quão grave é esse impasse e que medidas precisam ser tomadas para resolver esse revés.
Nesse âmbito, importante enfatizar a falta de fiscalização das redes sociais filtrando tudo que é postado. Assim, de acordo com Hans Jonas e o “Prinípio Responsabilidade”, ele compreende a conscientização do que é postado, é importante para a população atual e das gerações futuras de modo no qual todos têm os mesmos direitos. Em suma, sem dúvidas, é um problema sério que precisa ser assentado para o bem-estar de todos.
Portanto, é primordial que o Regime Político tome providências para solucionar esse imbróglio. Posto isso, cabe ao Governo Federal em consonância do Ministério da Educação, ministrar aulas conscientizadoras em escolas públicas e privadas, por meio de profissionais especializados na área, a fim de forma uma sociedade futura mais crítica. Sendo assim, com essas e outras medidas sendo tomadas, o Brasil controlará esse obstáculo.