Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/08/2021
Influenciador digital é uma das profissões mais recentes, tendo como meio de atuação, principalmente, as redes sociais, em que promove não só o conteúdo autoral como também expõe as opiniões pessoais. Nesse sentido, é evidente que os profissionais podem impactar de forma negativa o consumo da sociedade brasileira. Com isso, é necessário refletir sobre o valor da liberdade ea necessidade crescente de sabre utilizá-la de forma produtiva no país. Além de que alguns influentes podem usar o poder do alcance de perssuasão inadequadamente, causando alienação quando não há captura dos seguidores.
Deve-se ressaltar que a mídia pode ser usada de forma positiva ou negativa, por isso é preciso analisar criticamente as informações. Durante a Era Vargas, o DIP (Departamento de Imprensa e Propaganda) era o órgão responsável por transmitir notícias favoráveis ao Governo, de modo a censurar a discordância. Assim, uma população sofria privação de conhecimento uma vez que era manipulada. Já hoje, há liberdade na comunicação, porém, os brasileiros mostram-se ingênuos em relação a esse artifício de poder e não avaliam as informações com responsabilidade, o que torna mais fácil a atuação de influenciadores digitais mal-intencionados.
Além disso, também é essencial saliente que a alienação torna fácil a manipulação dos proprietários. No decorrer da Segunda Guerra Mundial, por exemplo, Hitler possuía um discurso poderoso que ressaltava a raça ariana; com linguagem incisiva ele arrastou multidões em favor do nazismo, mas muitos alemães não imaginavam como atrocidades realizadas, visto que havia poucos meios para denúncia e disseminação dos eventos. Essa influência se repete hoje, já que canal de influenciadores argumentam para seus seguidores e interferem na compra de produtos, antes não são usados por essas personalidades. Desse modo, há negligência social e por parte do Governo, que não disponibiliza educação digital dificultando ainda mais uma análise crítica e deixar-os vulneráveis.
Poranto, para resolver o impasse do Ministério da Educação, por meio de uma parceria público-privada com as Mídias, deve promover propagandas que evidenciam a vulnerabilidade da população, através de exemplos que ex plicitem os malefícios da influência digital prejudicial de influenciadores digitais relacionados ao consumo. Esses anúncios podem ser feitos durante os intervalos comerciais a fim de conscientizar e provocar uma reflexão sobre seus comportamentos, principalmente na internet. É fundamental também que o MEC ofereça programas de educação digital nas escolas para orientar os alunos a respeito do assunto.