Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 04/09/2021
Desde 1920, quando deu-se início a obsolescência programada, o consumismo tem crescido juntamente. Com os produtos tendo cada vez menos tempo de vida útil, as pessoas precisam se adaptar a isso e comprar cada vez mais. Portanto, atualmente a tecnologia encoraja esse tipo de comportamento, implantando nas pessoas o sentimento de sempre querer estar na “moda”.
Segundo os estudos feitos pelo instituto Qualibest, 55% dos brasileiros pesquisam a opinião de influenciadores antes de efetivarem alguma compra, isso não seria um problema se não houvesse a obsolescência programada, fator que interfere na qualidade de vida do produto adquirido, “obrigando” o consumidor a ter que comprar outro item em poucos meses. Os influenciadores digitais, pontanto, iniciam um ciclo sem fim de consumismo.
Dessa forma, sabendo que as redes sociais não irão mudar tão facilmente, temos que conter o problema por outro meio, buscando equilíbrio entre a economia e a sustentabilidade para que ninguém saia perdendo nessa balança. Produtos biodegradáveis e com maior durabilidade podem ser aderidos pelas empresas como meio de gerar uma economia circular, consequentemente, evitanto a compra desenfreada dos consumidores.