Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 31/08/2021

No século XX, a propaganda um dos grandes pilares do nazismo, o que manteve Adolf Hitler no poder por muito tempo. As empresas sabem que, como no ditado popular, “a propaganda é a alma do negócio” e por isso há muito investimento nela. Os influenciadores digitais são uma boa forma de alcancar um nicho específico e por isso há grande procura de marcas, formando as tão conhecidas “publis”, porém, essa prática tem ocasionado impactos negativos nas decisões de consumo da população e na dificuldade de venda para pequenas empresas.

Primeiramente, é relevante enfatizar que esses influenciadores, como o próprio nome diz, influenciam seus seguidores a comprarem de maneira desenfreada, ocasionando no consumismo excessivo. Segundo Karl Marx, as pessoas compram de modo exorbitante por causa do “fetichismo de consumo”, onde pensam que precisam daquele produto. Sob o viés dessa teoria, os influenciadores estariam influenciando o consumo alienado, podendo até causar uma obcessão por compra.

Outrossim, esse tipo de propaganda pode prejudica pequenos negócios, que não tem capital para contratar esse tipo de serviço e além do trabalho comum, precisa se aventurar nas redes sociais afim de conquistar novos clientes. Com influenciadores divulgando grandes marcas, que enviam para todo o Brasil e com diversas vantagens, como cupons de desconto e dinheiro de volta, diversos comércios de cidades pequenas perdem clientes em potencial e, até mesmo, os fixos.

Portanto, cabe ao Ministério da Educação fornecer aulas de matemática financeira na escolas e urge que o Ministério das Comunicações, juntamente das plataformas digitais, limitem a proporção da insistencia e a manipulação, também com uma maior fiscalização se há aviso de propaganda nas postagens, diminuindo também a omissão das pequenas empresas. Dessa forma, mantendo o consumo consciente e diminuindo o “prejuízo” dos pequenos negócios.