Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 16/09/2021
O uso das redes sociais tem se intensificado cada vez mais, sendo o capitalismo - sistema econômico baseado na iniciativa privada com o objetivo de obter lucro - um dos principais causadores desse uso excessivo dessas. Além disso, tal fato traz à tona uma leva de novos profissionais, que por meio da internet acabam por ter o poder de influenciar a maioria dos jovens estes estão em maioria como usuários das redes. Dessa maneira, por a maioria desses “influêncers” mostrarem a vida de forma perfeita e sem problemas, acabam por produzirem em seus seguidores não só uma sensação de incapacidade, podendo causar problemas psicológicos com essa falsa visão da realidade, mas também despertam um maior impacto na decisão de consumo.
Em primeira análise, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, adolescente têm sido cada vez mais vítimas de quadros de depressão e ansiedade, ampliados pela cultura de endeusamento das figuras digitas - processo que torna pessoas famososas como deuses -, já que essas em maioria, mostram em suas redes a vida de forma perfeita e sem empecilhos. Além de que, muitos “influêncers”, na tentativa de ganhar mais “likes” e compartilhamentos, acabam por tentarem se passar como profissionais da saúde sem terem o mínimo conhecimento, causando o agravamento dessas doenças psicológicas.
Em segunda análise, o consumismo das novas gerações aumenta a cada ano que se passa. Ocasionado principalmente pela forma que as marcas usam por meio dos influenciadores como youtubers, instagramers e blogueiras campanhas estrategicamente voltadas para despertar desejos consumistas, segundo o norte-americano criador e fundador do aplicativo de comunicação “Faceboock”, - Mark Zuckerberg -. Assim, deixa evidente como grandes empresas manipulam o mercado a bel-prazer.
Portanto, em virtude dos fatos, para que haja o fim dessa problemática, cabe ao Ministério da Saúde - órgão responsável pela máxima saúde da população -, juntamente com o auxílio das Esferas Governamentais, por serem responsáveis por esse impasse, o dever de acabar de vez com esse imaginário irreal trazido pelas mídias sociais que tanto afetam as mentes dos jovens, por meio de campanhas publicitárias que mostrem a realidade da vida e no prejuízos do consumismo para que dessa forma dizime tanto com problemas no psicológico dos adolescentes quanto na cultura de consumo - processo em que mostra o consumo exacerbado de forma normativa-. Desse modo, gerando assim uma sociedade mais livre.