Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 18/09/2021
As redes sociais ampliaram a divulgação de produtos e opiniões, e diversas marcas tiveram que se adequar para alcançar outros públicos. Então, surgiram os influeciandores digitais, que passaram a influenciar no consumo. Porém, muitas vezes eles não têm noção do poder que tem e alienam para o mal. Logo, nota-se a ausência de responsabilidade social e preparo.
Embora a Constituição Federal do Brasil garanta o direito de expressão, há a necessidade de repensar o papel dos que formam o carater da nova geração. Como por exemplo Gabriela Pugliese que fez uma festa em período de isolamento social na pandemia da Covid-19. Assim, o que era para ser um veículo de conscientização, se torna um ferramenta negativa.
Ademais, por ser um meio de trabalho pelas redes sociais, não há capacitação específica para lidar com as reações e alcance provenientes da divulgação de serviços e produtos. De acordo com o escritor Umberto Eco: ‘‘as redes sociais dão voz para uma legião de imbecis’’. Desse modo, percebe-se que não há um compromisso do influencer com o seu público.
Portanto, a fim de amenizar esse tipo de alienação do consumo, é imprescindível que os influenciadores se conscientizem do poder de alcance de seus atos. Além disso, o Governo como regulador dos direitos do consumidor, deve criar leis que regulamentem a públicidade no ambito virtual e que sejam divulgadas pelas mídias de grande acesso. Assim, evitando problemas aos consumidores digitais.