Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 18/09/2021
Gustavo “Baiano” Gomes, ex-jogador profissional de jogos eletrônicos, no presente momento “streamer” da plataforma Twitch TV, lança no mês de julho sua própria franquia de hambúrguer, sendo uma febre no estado de São Paulo, devido à sua importância no cenário dos jogos. Sendo assim, por esse e inúmeros outros influenciadores digitais, induzem usuários da internet a escolherem produtos ou serviços que são conveniente para esses, seja, por falta de reflexão crítica, quanto pela autodepreciação gerada pela fictícia imagem da vida perfeita que o influenciador digital possui. Diante desse quadro, é nescessário que ações sejam tomadas, por escolas e pelo Ministério da Comunição.
Nesse Contexto, como os influenciadores digitais estão constantemente recomendando produtos ou serviços, é comum os seus seguidores, não possuírem, ou dispuserem de maneira assustadoramente baixa, a sua reflexão crítica, pois os usuários de internet não formulam uma opinião própria, mas uma formada com base na determinada pelo infuencer digital, isso devido à falta de pensamento crítico, o qual deveria ser proposto e ensinado nas escolas com professores capacitados de fazer o aluno refletir sobre o mundo no qual vive. Devido a essa falta de reflexão, a sociedade toma como verdade qualquer imposição de um enunciador, por mais que seja uma inautencidade, criando assim, uma sociedade alienada á mentiras. Como exemplificada na alta crediblidade de “Fake News”.
Outro assim, a autodepreciação, uma grande adversidade dos usuários de internet, gerada pela ilusão de uma vida perfeita do influenciador digital, é preocupante, pois, serve como entrada para novas complicações, tanto congnitivas , quanto matériais, como um gasto irracional de fundos monetários para mudar a sua vida tangível, ou para adquerir um suposto corpo ideial e acabam por se arrepender mais tarde. Por conseguinte, esse autodesprezo resulta em depressão, no qual, o Brasil, é o segundo maior país da América, segundo a OMS, equivalente a 5,8% da população, em ter pessoas lesionadas por este enfermo. Uma vez que, o Minstério da Comunicação falha em concientizar a população brasileira da ilusão de uma vida perfeita, como a mostrada nas redes sociais.
Portanto, é notório a problematização sofrida pelos seguidores de infuenciadores sociais no Brasil, o que se faz nescessário extinguir. Para tanto, cabe às escolas desenvolverem o pensamento crítico-reflexivo em seus alunos, por meio de profissionais qualificados em pós-graduações de alto nível acadêmico, para que os futuros adultos saibam criticar e refletir perante a sociedade em que vive. Ademais, cabe ao Ministério da Comunicação aprimorar os programas e publicidades, mostrando assim, a falsidade da vidas ideias e o mal que estas fazem, consequentemente, diminuindo a depressão e a autodepreciação que o brasileiro tem consigo mesmo.