Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 23/09/2021

A série ’’ Sunny entre entrelas ‘’, exibida no Disney Channel, retrata, em um dos seus episódios, o personagem Dylan Cooper, fazendo divulgação de produtos e lugares que começam a ter relevãncia após terem seus nomes relacionados ao ator. É evidente que, na atualidade, é mais viável para os comerciantes, recorrerem à internet para maior reconhecimento dos negócios. Diante desse cenário, as decisões de consumo da sociedade atual acabam sendo de responsabilidade dos influenciadores digitais por conta da influência das redes sociais e da alienação.

Primeiramente, as redes sociais, há alguns anos, são o que determinam as ações da população, seja para consumo de algum produto, ída a algum local, ou até escutar alguma música. Isso se deve aos blogueiros e à voz que eles exercem, determinando cada decisão de consumo do indivíduo. Ciente disso, o governo brasileiro, nas últimas semanas, ofereceu grande quantia em dinheiro para 4 dos influenciadores com maior alcance, com a finalidade de alerta para seus seguidores a respeito da pandemia e a importãncia do distanciamento social. Indubitavelmente, uma várias pessoas entendem o efeito de alguma publicação sobre as escolhas individuais, mas poucos influenciadores, por visarem apenas o lucro e seus ganhos na publicidade,  pensam sobre ou têm preocupação com a responsabilidade que exercem.

Além disso, um dos maus da contemporaniedade é a alienação dos proprietários e de fato, a relevância  exercida pela internet em seus pensamentos, possui ligação. Outrossim, torna-se curioso, fazer ou consumir algo apenas poque houve a aprovação de um desconhecido e que a palavra dele vale o suficiente para ter poder sobre uma ação alheia. Como o ocorrido na região paulista do Brasil, em 2019, onde uma mulher comprou uma pílula para crescimento capilar por influência de uma blogueira, e obteve o efeito inverso, uma queda de cabelo. Desse modo, para muitos, o número de seguidores é mais importante que a palavra de um especialista, uma vez que consomem tendências e não qualidade e propriedade.

Logo, a população não busca procedência, e sim influência de quem vos fala. Portanto, o governo deve trabalhar o pensamento equivocado de que blogueiros são uma espécie de ‘‘Deus’’, por meio de campanhas de concientização sobre a relevância das redes sociais, a fim de que haja refexão por meio dos indivíduos e dos próprios influenciadores digitais. Desse modo, haverá mais responsabilidade sobre o que blogueiros impactam nas decisões de consumo da sociedade atual.