Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 04/10/2021

Obviamente, os influenciadores digitais têm um impacto muito ruim  na sociedade de consumo brasileira e acabam impedindo a “Utopia” de Thomas More descrita no livro: uma instituição social padronizada sem conflitos e problemas. Portanto, além de analisar que algumas pessoas influentes podem usar seu poder para o mal, também é necessário refletir sobre o valor da liberdade e a crescente demanda por um uso efetivo da liberdade no Brasil. Portanto, os tupiniquins devem ter cuidado para não serem alienados no ambiente digital.

Na era Vargas, o DIP (Departamento de Informação e Propaganda) era o órgão responsável por divulgar notícias que serviam ao governo para censurar as críticas. Portanto, uma vez que a informação é manipulada, as pessoas não conseguem entender todas as informações. Atualmente, as informações podem ser trocadas livremente, mas os brasileiros são ingênuos e não conseguem analisar as informações de forma responsável, o que torna mais fácil a ação de influenciadores digitais maliciosos.

Portanto, medidas precisam ser tomadas para resolver o impasse. O Ministério da Educação - por meio de parcerias público-privadas com a mídia - deve promover propagandas para mostrar a vulnerabilidade da população, ilustrando claramente os efeitos negativos das personalidades digitais relacionadas ao consumidor por meio de exemplos. Esses anúncios devem ser veiculados durante os comerciais para conscientizar os brasileiros e provocar reflexões sobre seu comportamento, principalmente na internet. Também é importante para o MEC oferecer programas de educação digital nas escolas para orientar os alunos sobre o tema. Dessa forma, o Brasil ficará mais próximo do modelo descrito por Thomas More em Utopia.