Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 03/10/2021

Os avanços tecnológicos trouxeram possibilidades que têm favorecido e dito favorecido determinados tipos e têm efeitos diretos no estilo de vida das pessoas, mas esse avanço tem se refletido no comportamento de bilhões de pessoas que são submetidas às manipulações decorrentes do consumismo, vinculadas por pessoas que se identificam como digitais influenciadores. um debate sobre a responsabilidade dos influenciadores digitais no século 21 é, portanto, necessário.

Além disso, o dinheiro que movimenta o mercado digital é inegável, como redes sociais estão movimentando o mundo continuamente. De acordo com uma entrevista, 90% dos jovens entre 18 e 34 anos foram influenciados a comprar algo que os influenciadores digitais aconselharam. Desse modo, esses jovens criam gastos desnecessários e exagerados, que podem levar ao consumo alienado: a compra por impulso de necessidade imaginativas, gastando mais do que se tem.

Ao mesmo tempo, devem ser notados os efeitos negativos desse consumo excessivo no meio ambiente gerado pela parte influente. De acordo com o artigo 225 da Constituição Federal Brasileira, todos têm direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado. Porém, a própria empresa colabora no cenário da espécie e os influenciadores digitais não se importam com a importância ambiental em seus perfis, sendo vetores de produção de resíduos e consumo excessivo, a situação brasileira, portanto, se assemelha à máxima de Marx, fazendo com que a discussão sobre a vulnerabilidade esses consumidores digitais são relevantes.

É, portanto, imprescindível que os meios de comunicação das emissoras de televisão, cumprir de ensino em parceria com famílias, bem como as agências de publicidade, realizar campanhas de informação e reflexão sobre a transparência nociva mesmo que haja influenciadores positivos das redes sociais, de forma a mitigar os consciência de seus danos comportamentais na sociedade de consumo.