Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 28/11/2021

A era digital está sendo categorizada pela fase “Digital Influencer”, traduzida do inglês como Influência digital. As redes sociais tem sido o principal coadjuvante para que essa nova profissão cresça e se fortaleça, visto que as mídias são as ferramentas utilizadas para que haja engajamento nessa influência. Todavia, essa nova profissão que tem surgido e ganhado tanto espaço no meio digital tem como função induzir a compra de produtos ou serviços prestados por empresas, manipulando no seguidor, desse influencer, uma necessidade inexplorável de obter tal produto.

Em primeiro lugar, é valido mencionar que, o meio digital é uma ferramenta bastante eficaz para quem ultiliza como forma de trabalho, contudo, esses benefícios trazidos têm deixado de lado questões como o consumo exacerbado sendo ela na compra de produtos ou no uso ilimitado de redes sociais. No entanto, é relevante aludir a reflexão de Bauman acerca do consumo: A sociedade de consumo prospera enquanto consegue tornar perpétua a não satisfação de seus membros (e assim, em seus propósitos temos, a infelicidade deles). Assim, sabendo que a era digital implanta casualmente a convicção que é preciso ter algo mesmo não havendo uma necessidade desse objeto, apenas pela conjuntura de estar em alta ou por um simples desconto ilusório, tal qual, tonam as coisas sem valor, acreditando que é primordial ter mesmo não carecendo.

Em segundo lugar, é valido mencionar que o consumo intensificado de redes sociais é um panorama para o consumo de gasto imoderado, na medida que quanto mais os indivíduos consumem conteúdos da intertet mais se instaura nele a necessidade de adquirir. Sendo assim, foi contabilizado pelo próprio Instagram 12,9 milhões de post feitos por influencer com a primacial dominante de engajar produtos para que sejam vendidos em mais quantidade em tempo menor para o comerciante. Desta maneira, ocasionando o desejo insaciável de ter todas as coisas, somente por terem sido expostas de formas chamativas fomentando no consumidor a precisão de se ter.

Em virtude dos fatos mencionados, é de extrema importância que o Governo Federal designe medidas limitadas de publicações para que alcance um público menor, trazendo átona a relevância da compra e do consumo conscenciente. Tendo como principal coadjuvante o Ministério da Educação implantando e aprimorando a educação tecnológica dentro das escolas visando o uso regular das redes sociais por meio de proteções seguras de vizualisações focando na não influenciar de obter tudo que se vê. Portanto, as próprias mídias sociais juntamente com os profissionais da área sejam conscientizados sobre os males causados por todo esse consumo acelerado e irresponsável. Tencionando uma busca de produtos preservada sem que aquilo se torne uma obrigação e sim um consumo lúcido.