Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 25/01/2022
Segundo o economista britânico William Beveridge, o fim material de toda atividade humana é o consumo. Embora esse pensamento possua exceções, é possível relacioná-lo à febre dos novos influenciadores digitais.
Em primeiro plano, é essencial destacar o papel dos “influencers”: encorajam seus seguidores a adotarem uma determinada conduta ou a consumir um produto/serviço. Entretanto, essa prática pode ser prejudicial pois causa efeitos na personalidade do consumidor, como por exemplo, comprar apenas pelo status social da marca.
Em segundo plano, é imprenscindível salientar a importância dos influenciadores para as empresas que buscam impulsionar seu alcance. Contudo, alerta-se sobre o perigo do “ter” ao invés do “ser”: o público-alvo é afetado pela supremacia do consumismo compulsivo a fim de adquirirem uma vida idealizada como perfeita.
Logo, medidas devem ser efetivadas a fim de solucionar os impactos negativos dos “influencers” na decisão de consumo. Cabe ao Governo em parceria com o ministério da Economia, implantar limites de publicidade para empresas e fiscalizar a veracidade das informações, através de um controle de qualidade, visando a erradicação do problema e a propagação do consumo consciente.