Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 23/02/2022

A série, regravada em 2020, “Gossip Girl”, trás para atualidade a elite novaiorquina, na qual a personagem principal migra de uma “It girl” de 2007 para uma influenciadora digital, mostrando a dinâmica de poder e seguidores. Saindo das telinhas, o século XXI é marcadopor uma onda de novas relações sociais, nas quais influência se torna exclusividade aos olhos de quem consome de forma acrítica esse “mercado de personalidades”. Isso, pode ser observado a partir de dois fatores, a necessidade de pertencimento histórico e uma globalização perversa.

Em primeira análise, é valido ressaltar o consumo que a nova elite digital oferta em suas redes perdura das relações de influência penta seculares entre nobreza e burguesia. Dessa forma, os burgueses, ascendentes sociais, bucando se equiparar com a nobreza tendem buscar consumir a mesma moda, participar de mesmos eventos, e possuir mesmos bens materiais. Entretanto, quando esses se tornam acessiveis aos emergentes, a alta classe ja esta utilizando novas tendências, gerando assim um ciclo vicioso de consumo. Portanto, no século atual, a nova elite equipara-se aos influenciadores digitais, e a burguesia, seus seguidores, que buscam incansavelmente o estilo de vida daqueles que seguem, sem consciência critica do que assimilam, comprando desnfreadamente produtos e ideias.

Em segundo plano, essa problemática pode ser explicada por uma globalização perversa, objeto de estudo do professor Milton Santos. Nela, o teórico relata como a Era da Informação e as tecnologias não só encurtaram as distâncias, mas trazem consigo novos males. Um deles é o capitalismo exacerbado, promovido pela facilidade de compra. Logo os influenciadores dipõem de um grande público que os veem de qualquer lugar do mundo e consomem com grande falcilidade devido ao mercado eletrônico, gerando uma gama de marionetes acríticos influenciaveis.

Tendo em vista esses fatores, cabe a Secretaria de Seguranca Digital, por meio de uma lei a ser introduzida no meio, checar a natureza dos produtos e conteúdos promovidos pelos influenicadores, buscando proteger a população. Ademais, O Ministério da Educacao deve promover paletras públicas nos meios digitais sobre os perigos o consumo acrítico, visando assim reverter as sequelas históricas dessa dinâmica de poder, dimimiuimdo a perversidade do mundo globalizado atual.