Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 21/03/2022

A Terceira Revolução Industrial proporcionou avanços tecnológicos e por conseguinte o advento da internet no mercado de trabalho, com isso, surgiram os guias digitais. É notório que esses “influencers” tem poder de persuasão nos padrões de consumo do jovem brasileiro, fazendo com que a consumação se perpetue. Desse modo, entre os fatores que contribuem para o evento desse problema, pode-se destacar a obsolescência programada e a alienação.

Diante desse contexto, insta salientar a influência da obsolescência programada no revés. A mesma é exercida quando um produto tem vida útil menor do que a tecnologia permitiria, motivando a compra de um novo modelo. Dito isso, percebe-se que os “influencers” estão fortemente atrelados ao esbanjamento, ja que a cada nova parceria com marcas, os influenciadores tem o papel persuadir o consumidor levando-o a compra, fazendo com que, as estratégias de marketing se transformem cada vez mais. Logo, enquanto o gasto exagerado se mantiver vigente, a obsolescência programada continuará a aflingir a nação.

Observa-se, além disso, a alienação como questão associada ao impasse. Durante a Segunda Guerra Mundial, Hitler com seu discurso poderoso arrastou multidões em favor do nazismo, mas os alemães não imaginavam as consequências finais. Essa mesma influência se repete hoje, já que os influenciadores argumentam para seus seguidores e interferem na compra de produtos que não são usados por essas personalidades. Assim, fica perceptível que a alienação perpetua o consumismo.

Portanto, o Governo Federal deve, por intermédio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, criar campanhas que alertem a sociedade a respeito das consequências que essa problemática causa e projetos que ofereca educação digital para que as despesas sejam feitas consciente, por meio de parcerias público-privadas que proporcionem a veiculação de propagandas nas redes, como Instagram e Twitter. Dessarte, espera-se uma diminuição nos padrões de consumo do jovem brasileiro.