Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo

Enviada em 28/04/2022

Em 1889, o filosófo Raimundo de Teixeira Mendes adaptou o lema “Ordem e Progresso” não só para a bandeira nacional brasileira, mas também para o país que enfrenta inúmeros empecilhos para o seu desenvolvimento, como a intervenção de influenciadores digitais nas decisões de consumo da sociedade. Nesse contexto, tal panorama se ratifica devido a uma vasta negligência governamental agregada a uma significativa atuação midiática. Logo, é de extrema premência sanar a problemática em questão.

Diante desse cenário, é fulcral ressaltar que o descaso por parte do poder executivo em disponibilizar verbas para a acessibilidade de projetos de educação financerias em locais públicos e na conscientização da proposta consumista influencida pelas redes sociais, faz com que o óbice se mantenha constante. Sob esse viés, segundo pesquisas do site G1, durante o período pandêmico os índices dos impactos causados por “influencers digitas” nas demandas econômicas atingiram níveis grotescos. Assim, é necessário que sejam disseminados em meios de grande visibilidade social os benefícios e malefícios causados pela abrangente confiança nos indivíduos da internet.

Outro ponto que cabe ressaltar é o consumismo digital, o qual, desde o século passado é utilizado como meio para aumentar as fontes de venda e acúmulo de capital. Nessa perpectiva, destaca-se o ideal do “American way of life”, utilizado para disseminar a concepção capitalista para o mundo,ou seja, o estilo de vida americano, o qual acredita que “quanto mais se tem, maior posição social se adquire”. Dessa forma, uma propaganda feita por uma celebridade em meios eletrônicos pode acarretar na estrutura de uma comunidade inteira.

Portanto, é de indubitável importância que o governo federal, na condição de garantidor dos direitos individuais, promova políticas públicas para sanar tais obstáculos. Para tanto, é primordial a implementação de leis, as quais assegurem a liberação de verbas para alertar a população sobre o controle financeiro acerca do consumo, através de palestras, bate-papos e cartazes. Em suma, será possível almejar o aumento da economia, o alertamento populacional e o cumprimento do lema da bandeira nacional de 1889.