Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 15/06/2022
O professor israelense Yuval Harari, o qual, na obra “21 lições para o século XXI”, afirma que grande parte dos indivíduos não é capaz de perceber reais problemas do mundo, o que favorece a postura passiva e apática. Infelizmente, a afirmação não destoa da realidade, na qual, através dos digitais influências, a sociedade segue um padrão de vida idealizado, bem como uma tentativa de acompanhar os moldáveis parâmetros.
Deve-se, destacar, primeiramente que o modo de vida mostrado para os influenciados pelos influenciadores, não corresponde 100% a realidade e cotidiano das mesmas. Assim como, os produtos utilizados, podem não ter proporcional eficácia e utilidade. Sob tal ótica, é lícito referenciar o pensamento do filósofo Guy Debord, o qual, na obra “Sociedade do Espetáculo” explica sua teoria: que as pessoas vivem em uma performance tentando sempre dar o melhor show umas para as outras e aparentar a utópica perfeição.
Além disso, uma análise nas mudanças e nos respectivos períodos de ascensão faz-se necessária. Nesse sentido, é perceptível que em poucas décadas inúmeras mudanças no padrão de corpo, nos modelos de vestimentas, cortes de cabelo, maquiagem, entre outros aconteceram. Nota-se, assim, uma tendência segregatória e consumista. Haja vista que a ocorrência é devido a necessidade de novos produtos serem comprados para substituir os úteis, mas que já estão ultrapassados, perpetuando um ciclo consumista desnecessário.
Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. Assim, cabe ao Ministério das Cominucações estimular um discernimento no momento das compras exarcebadas e que geram disperdício, por meio de propagandas televisivas e nas própias redes sociais, tal medida pode ser realizada ainda através de campanhas que estimulam a busca por um estilo próprio para seu corpo e suas escolhas , desse modo, espera-se diminuir o impacto dessas influências.