Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 31/08/2022
O livro “Cidadão de Papel” de Gilberto Dimenstein, diz que a Carta Magna somente ocorre no papel, percebe-se isso no artigo 5º da Constituição Federal, em que apresenta que todos possuem direito à livre escolha, porém, isso não ocorre realmente em muitos casos, pode-se notar que a maioria consumidores de conteúdos da internet são influenciados a comprar excessiivas coisas sem precisar realmente daquilo. De maneira análoga, há o impacto dos influenciadores digitais nas decisões de consumo. Nesse prisma, destacam-se dois aspectos importantes: déficit de conhecimentos e má influência midiática.
Em primeira análise, evidencia-se a escassez de conhecimentos sobre os gastos excessivos. Desse modo, segundo o portal UOL, 28,7% dos lares estão endividados e 75% deles são de compras excessivas causadas por influência da internet, isso é uma quantidade muito alta para uma lei que já existe na Carta Magna do Brasil, a lei de educação à todos, muitas pessoas podem ter tanto suas casas perdidas pelas dívidas, como também não ter dinheir para alimentar-se. . Dessa forma, é inaceitável que obstáculos continuem a existir na sociedade, tendo em vista que a ausência de informações é uma das causas do desequilíbrio social.
Além disso, é notório a má influência nas redes sociais. Sob essa ótica, o filme “Ele é demais” mostra Padgett Sawyer, uma influenciadora digital cumprir um grande desafio, transformar um garoto estranho no mais popular da escola, ao decorrer das suas gravações na internet, ela influência milhares de pessoas à comprarem coisas em excesso sem precisar realmente daquilo, tornando pessoas simples em pessoas que compram compulsivamente e ocultando as consequências desses atos. Logo, indiscutivelmente, faltam medidas eficazes para diminuir casos como esse.
Depreende-se, portanto, a adoção de medidas que venham diminuir o déficit de informações sobre os danos desse comportamento. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação, órgão responsável pela educação no Brasil, mostrar todos os riscos do consumo excessivo, por meio de uma campanha, a fim de que diminua a quantidade de casos de vítimas de influência nas decisões de consumo na sociedade brasileira.