Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 07/09/2022
“Black Mirror” é uma série britânica que refletem o lado obscuro da tecnologia, mostrando que essas novidades não trazem somente benefícios. De maneira análoga a isso, fora da ficção, a tecnologia vem se revelando uma ótima ferramenta para o mundo comercial, no entanto, a influência dos vendedores impacta mais do que o necessário. Sendo assim, destacam-se dois aspectos importantes: o consumismo da comunidade e a mentalidade capitalista pracista.
É relevante abordar, primeiramente, que o consumismo tornou-se uma característica da sociedade moderna, na qual à compra de produtos e serviços vem sendo utilizado de modo exagerado. Nessa perspectiva, o surgimento de influenciadores digitais reforçaram ainda mais essa característica, já que 76% dos consumidores já compraram produtos por recomendações de influencers, mostra um estudo realizado pelo Instituto QualiBest. Dessa forma, é evidente como essa nova profissão tem influenciado as pessoas, fazendo com que elas adquerem mercadorias não úteis ou que não se faz necessário, como uma forma de se sentir inclusa nas tendências ou se sentir parecida com os influenciadores.
Paralelo a isso, os vendedores e os profissionais digitais buscam sempre lucrar com essas vendas, tendo uma mentalidade capitalista, aonde o objetivo é apenas lucrar, de modo com que as consequências não se faz importante. Desse modo, a tecnologia evolui rapidamente com as exigências do mercado, assim como o físico teórico alemão Albert Einstein diz “tornou-se chocantemente óbvio que a nossa tecnologia excedeu a nossa humanidade”. Consoante a isso, é perceptível como esse instrumento vem sendo uma prioridade maior, fazendo com que esse ritmo seja mais acelerado do que podemos acompanhar.
Portanto, é preciso de adoção de medidas que venham conter esse impacto na decisão de consumo gerado pelos influenciadores digitais. Dessa maneira, cabe ao Ministério da Educação em conjunto com a sociedade estimular o pensamento crítico por meio de palestras escolares e propagandas telejornais a fim de evitar que essa característica do consumismo se infiltre ainda mais na comunidade brasileira. Somente assim, o lado obscuro da tecnologia não existirá como existe na ficção científica da série “Black Mirror”.