Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 03/10/2022
Com advento da pós-modernidade, as relações sociais e econômicas, pautadas no mundo globalizado, tornaram-se cada vez mais líquidas, efemêras e vazias. Esses aspectos, em parte, são provenientes das situações de consumo, que cada vez mais são baseadas pelos chamados influenciadores digitais e pelas redes online. Esse cenário advém do sistema econômico hegemônico e do contexto socioeducativo do país.
Em primeiro lugar, deve-se ressaltar o caratér marcante do capitalismo contem-porâneo: a busca por propósito. Mais do que isso, é a mercantilização do pertenci-mento, que no contexto da evolução do capital, significa lastrar o consumo em conqusita pessoal, em gratificação. Consequentemente, o ser passa a consumir de forma irreflexiva, sem notar ou sem se importar para com objetivo deste consumo. Tranformando-o em mera busca por equilíbrio e preenchimento, que, ao longo prazo, forma o indíviduo um escravo e mantenedor da ótica vigente. De forma ampla, torna o meio social em uma “sociedade do cansaço”, como dito pelo soció-
logo Byung Chul-Han. Esse processo é abastecido por campanhas de markenting, algoritimos e, por consequência, pelos influenciadores digitias, que transmitem o ideário do consumo como padrão.
No mesmo sentido, o panorama educacional do Brasil, cercado por mazelas e ingerências, como os reccorentes cortes de verbas, tornam a escolaridade média baixa, principalmente em áreas carentes. Este cenário, aliado a ausência do ensino finaceiro de qualidade, torna parte considerável da população refém da sociedade consumidora, quase de forma passiva, sem ter meios para alterar o quadro. Sujeita ,assim, às influências de pessoas notáveis, através de redes socias, o que causa o aumento do endividemento e da liquidez social.
Diante do exposto, percebe-se a necessidade de adotar medidas para revisionar os impactos no consumo por parte de “influencers”, afim de mitigar os efeitos no me- io socioeconômico