Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 10/11/2022
O filósofo brasileiro Raimundo Teixeira Mendes, em 1889, adaptou o lema positivista “Ordem e Progresso” não só para a Bandeira Nacional, mas também para a ação que, no contexto hodierno, enfrenta significativos estorvos para o seu desenvolvimento. Lamentavelmente, entre eles o impacto dos influenciadores digitais nas decisões de consumo, representa uma antítese a máxima do símbolo pátrio, uma vez que tal postura resulta na desordem e no retrocesso do desenvolvimento social. Esse lastimável panorama é calcado na inoperância estatal e tem como consequência o aumento do consumismo e a idealização de uma vida “perfeita”.
De início, há de se constatar a devil ação do Poder Público enquanto mantenedora da problemática , Acerca disso, o filósofo inglês, Thomas Hobbes, em seu livro “Leviatã”, defende a incubência do Estado de proporcionar meios que auxiliem o progresso da coletividade. As autoridades, contudo, vão de encontro com a ideia de Hobbes, uma vez que possuem um papel inerte em relação ao impacto dos influenciadores digitais nas decisões de consumo. Esse cenário decorre do fato de que, assim como pontuou o economista norte-americano Murray Rothbard, uma parcela dos representantes governamentais, ao se orientar por um viès individualista e visar a um retorno imediato de capital político negligencia a conservação de direitos indispensáveis. Logo, é notório que a omissão do Estado perpetua o impacto dos influenciadores digitais nas decisões de consumo no Brasil.
Por conseguinte, engendra-se a idealização de uma vida “perfeita” tem como consequência o aumento do consumismo por influencia dos mesmos, em busca de estar mais perto daquela falsa realidade utilizando o mesmo produto.
Depreende-se, portanto, que é mister a atuação governamental no impacto dos influenciadores digitais nas decisões de consumo. Assim, a fim de desmistificar esse ideal, cabe ao Poder Executivo Federal investir em projetos que mostrem para a sociedade os malefícios do consumismo. Tal a conjuntura de tais ações, os brasileiros verão o progresso referido na Bandeira Nacional Brasileira como uma realidade.