Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 23/05/2023
Os influenciadores digitais têm tido um papel importante na economia mundial, visto suas influências no consumo de seus seguidores. Tal influência pode ser positiva ou negativa, porém o que tem chamado atenção são os impactos que isso tem causado em relação ao consumismo (ação de consumir de maneira excessiva).
Inicialmente, os meios de comunicação digitais possuem diversas plataformas com o intuito de entretenimento. Acontece que, devido aos avanços tecnológicos, as pessoas estão cada vez mais presentes nos meios virtuais, o que faz com que os criadores dessas plataformas queiram atrair cada vez mais público. Isso já faz com que haja uma manipulação desde o início, antes mesmos dos influenciadores, pois essas empresas buscam formas para convencer a pessoa de que ela precisa ter acesso à aquela plataforma, e muitas vezes, a forma que isso é feito, é escolhendo algum famoso para participar daquela rede e chamar seus seguidores para ela.
Portanto, o próprio ato de atrair consumidores para as plataformas já é um impacto, pois os influenciadores disputam entre eles quem consegue mais público, quem é mais famoso, que consegue fazer com que mais pessoas os consumam. Além disso, justamente por terem o papel de influenciar a vida das pessoas, as empresas no geral utilizam desse mecanismo para aumentar suas vendas. Diariamente é visto nas plataformas a famosa ‘públi’, que tem como principal objetivo fazer com que os ouvintes achem o produto oferecido interessante ao ponto de querer comprar, sendo muitas vezes, produtos desnecessários.
Diante do exposto, torna-se essencial que o Ministério da Saúde, acompanhado de seus programas, como a COSEGI (Coordenação de Segurança da Informação), organizem politicas públicas para que essas empresas não incentivem o consumismo, além de criar regras para limitar a influência desses comunicadores digitais, já que muitas vezes essas influências têm se tornado negativa por falta de informação do próprio vinculador. Assim, as redes poderão ser lugares mais seguros e confortáveis para os consumidores, além de gerar um consumo consciente.