Influenciadores digitais e seu impacto nas decisões de consumo
Enviada em 22/05/2023
Com a globalização, a tecnologia avançou, fronteiras diminuíram e os meios de comunicação alcançaram um público maior. Assim surge os influencers, seu nome origina-se de sua influência através das redes sociais, onde buscam persuadir seu público a comprar um serviço ou produto. Tal atitude, gera em seus espectadores uma baixa autoestima, devido a comparação excessiva, e uma irresponsabilidade financeira, na tentativa de adquirir o produto apresentado a todo custo.
Não por coincidência, o aumento das doenças psicológicas acompanha o avanço das redes socias, justamente devido ao excesso de informação que a mídia oferece ao seu usuário. Assim, por meio desse excesso, surge uma comparação entre o indivíduo e o influencer, onde o primeiro se sente inferior por não possuir a aparência ou os bens que o segundo aparenta deter. Tal situação gera um sentimento de inveja e decepção, que ocasiona várias emoções ruins , tal sensação é bem expressa na música “Jealousy” da cantora Olivia Rodrigo. Na composição diz “eu queria tanto ser você e nem te conheço”, mostrando a insatisfação cultivada sobre à própria vida, quando se é comparada à outras na internet.
O excesso das propagandas feitas pelos influencers, gera uma obsessão em seu espectador, que fará de tudo para adquirir o produto, geralmente com um alto valor agregado, seja pela inflação, taxa de transporte, custo de fabricação, alta demanda, etc. Devido esses fatores, diversas pessoas se endividam para comprar determinados itens, e como consequência ficam em estado de instabilbidade financeira. Além do mais, ao comprar o objeto, sua obsessão passará para outra mercadoria, logo, existe um ciclo de consumismo desnecessário.
Em suma, os influencers, mesmo que não intencionalmente, acabam por gerar consequências negativas sobre seus seguidores. Portanto, uma possível solução seria o maior acesso gratuito a psicólogos e também aulas de economia, sendo essas medias responsabilidade do ministério da saúde e da educação nessa ordem. Assim existiria um apoio médico para as doenças psicologicas e concientização financeira, onde as aulas seriam desde a infância (para assim no Ensino Médio já ser possivel temas mais avançados) e o atendimento médico seria de maior qualidade e sua acessibilidade menos burocratica.