Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 24/10/2026

“Alguma vez você já foi invalidado por ser quem é ou por existir dentro de um grupo social”? Muitos brasileiros confirmam essa dúvida, pessoas são descredibilizadas apenas por fazerem parte de minorias e por não corresponderem os padrões “tradicionais” da sociedade. Os preconceitos e discursos de ódio estão enraizados mundialmente, e hoje em dia se tornam cada vez mais comuns. Dessa maneira é urgente encontrar caminhos para conquistarmos a igualdade, seja beneficiando minorias ou desconstruíndo os padrões exclusivos da sociedade.

De acordo com a a B3 em parceria com o Instituto Locomotiva um estudo revelou que 64% dos brasileiros que fazem parte de pelo menos um grupo minoritário já sofreram algum tipo de preconceito. Logo, podemos observar que mais da metade da população brasileira tem suas vidas prejudicadas pela discriminação. Dentro desse contexto é necessária a criação de políticas públicas, auxílio à saúde mental, aumento da inclusão social e da diversidade para acolher todas as minorias afetadas.

Pelo IBGE ou B3 é comprovado que no Brasil os principais grupos minoritários, alvos de ódio e intolerância são: Mulheres, pessoas negras ou pardas, comunidade LGBTQIAPN+ e pessoas com deficiência. O preconceito parte do princípio de que esses grupos são inferiores, apesar de duas das minorias estarem em maioria demográfica. Desse modo, com a descontrução dos rígidos padrões por meio do consumo diversificado de mídia, treinamento obrigatório contra preconceitos e a representatividade desde períodos como a infância, esses grupos poderão ser vistos com dignidade pela sociedade.

Portanto, concluímos que é imperativo que medidas sejam tomadas. Assim, cabe ao Ministério Público e o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania, resolver este problema por meio da criação das políticas e projetos de incentivo à igualdade e diversidade citadas, com o objetivo de irradicar o preconceito e discurdo de ódio do país. Dessa maneira o Brasil deixará de excluir minorias e estará livre de padrões impostos por uma sociedade desigual, tradicionalista e eugenista.