Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 12/06/2019

O termo minoria não está relacionado à quantidade inferior de pessoas, consiste em um conjunto de indivíduo que possui diferente unidade cultural, e que geralmente não vive em igualdade de condições relativamente à maioria. Nessa perspectiva, quando negligenciados no Brasil a um isolamento social evidenciam extrema fragilidade, que se deve a fatores como ausência de políticas públicas efetivas para coibir tal discriminação e cidadania frequentemente repulsiva.

Em primeira análise, ressalta-se que a exteriorização do pensamento e a exclusão comunitária são características suficientes para o discurso de ódio acontecer. Paralela a essa ideologia, quando um indivíduo apresenta característica contrária ao padrão intitulado pela maioria da sociedade, revigora um sentimento de repulsão que pode ter como consequência atos de violência física e verbal. Nesse contexto, um das maiores práticas de violação do direito humano e discurso de ódio ocorreu no contexto do fim da Segunda Guerra Mundial, com a ideologia nazista de Hitler decorreu um projeto de dominação baseado no extermínio de grupos indesejáveis, que buscavam excluir de alguma forma outro grupo considerado como “diferente”. Essa conjuntura marcou um cenário lembrado hodiernamente como uma prática excessiva de hostilidade, conhecido como holocausto.

Concomitantemente, o Brasil apesar de ser um país globalizado onde a fusão de pensamentos e ideologias é marcada por grandes debates, coexistem atos de antipatia contra a parte híbrida da população. Nesse sentido, a aversão contra homossexuais ainda é uma realidade que omite estes indivíduos, o sentimento de medo ao demonstrar o carinho com o seu parceiro repercute uma grande discussão sobre a ausência de fiscalização pública que assegure a sua proteção. Dessa forma, segundo uma pesquisa feita pela UOL, o Brasil regista uma morte por homofobia a cada dezesseis horas, resultado de um processo histórico onde aquele que possui uma diversidade cultural é visto como discrepante, provocando repugnância em grande parte da sociedade.

Fica perceptível, portanto, que medidas são necessárias para mitigar o discurso intolerante e ações hediondas que refletem o presente. Logo, é essencial que o Supremo Tribunal Federal com o apoio das emissoras de televisão promova, respectivamente, uma ação pública que efetive fiscalizações rígidas instituindo condenação inflexível, para que a utilização de fiança seja suspendida com o propósito de minimizar os casos de violência, além de programar em redes midiáticas uma campanha de apoio e proteção para as vítimas dessa injúria com a finalidade de assegurar anteparo e instituir a noção que a denúncia é melhor solução para esse descaso. Assim, é notório visualizar uma nação onde o processo de integração e de inclusão é uma atitude progressiva para o país.