Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 13/06/2019

Proliferação do mal

Historicamente, na Alemanha nazista nascia um problema exponencial, a proliferação de um discurso contra diversas minorias, tal fato culminou na perseguição e morte de diversas pessoas desses grupos. Dessa maneira, percebe-se que discursos intolerantes se mostram como um conflito internacional, além de ter motivados genocídios na história. Assim, percebe-se que o discurso de ódio e intolerância ajudam a aumentar a violência e pode motivar conflitos maiores.

Em uma primeira análise, cabe salientar que em 1948, a ONU promulgou os Direitos Humanos, um código que buscava dar direitos mínimos a todos seres humanos, incluindo o direito a vida e a liberdade. Dessa forma, percebe-se que discursos de tom intolerante chegam a violar tais direitos, e o crescimento da proliferação dessas ideias de superioridade cria um ambiente propicio para novos períodos como o Holocausto ou o Apartheid.

Já em uma segunda visão, é de extrema importância destacar que a falta de segurança das minorias na sociedade afeta a sociedade como um todo, pois eles dificilmente conseguem evoluir e se tornar seres produtivos e que contribuem para a sociedade. Segundo Abraham Maslow, importante humanista do século XX, que hierarquizou as necessidades básicas, e as bases são segurança e necessidades fisiológicas, se uma deles está em falta o individuo não evolui e ajuda a sociedade produtivamente.

Logo, vale ressaltar que os discursos de ódio e intolerância são bases para o avanço de ideias de superioridade, que tendem a fazer o grupo superior dominar as minorias. Nesses viés, cabe ao Governo Federal promover palestras mostrando que as minorias são pessoas comuns, e que não há superioridade entre os seres humanos, pelas escolar, para assim diminuir os discursos de ódio e tentar conscientizar as pessoas sobre a igualdade entre todos, para desse modo o mundo se tornar um lugar seguro para todos.