Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 15/06/2019

Autor de uma literatura que se pretendia libertária, Castro Alves retratava em seus manuscritos a opressão sofrida por uma camada decisiva na construção de nossa identidade. Depois de um tempo de sua produção, mesmo com toda tecnologia comunicacional desenvolvida ainda não garantiu o execício de “minorias” em sociedade. Então, a opressão continua historicamente perseguida, o que se deve a fatores como: comportamentos  discriminatórios e preconceituosos com minorias.

Em primeira análise, vale ressaltar que a “minoria"não se refere a um número menor de pessoas, mas sim a situação de desvantagem social, em que as relações de dominação entre os diferentes subgrupos na sociedade e que os grupos dominantes determinam. Pois, segundo o G1, 76% das pessoas acham que o Brasil é um pais preconceituoso, isso se da porque a intolerância ainda é um obstáculo na convivência com as diferenças, e por esse e outros motivos que gera comportamentos discriminatórios e preconceituosos.

Outrossim, conforme o filósofo Rosseau, parte do princípio de que “os homens nascem livres e iguais, mas em todo lugar estão acorrentado”. De maneira análoga, a condição natural de felicidade, virtude e liberdade é destruída, vê-se que a sociedade contemporânea trás consigo raízes da desvalorização, gerando discussões nas quais efetivam desigualdade social no país.

Logo, é importante que para mitigar o caso, usa-se a literatura libertária, respeitar e manter a empatia. Ademais, a mídia deve carregar de fornecer por meios de comunicativos, informações, post’s, comerciais e propagandas, na qual utilize a realidade notória desses grupos, a fim de conscientizar a população. Não obstante, o MEC deve elaborar projetos com o auxilio de professores e psicólogos em que abram dinâmicas culturais e inclusivas para que crianças e jovens desenvolvam o aprendizado do respeito e empatia com todos.