Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 13/06/2019
Segundo o filósofo John Locke, a mente humana seria uma espécie de papel em branco, a ser preenchido a partir dos primeiros contatos do indivíduo com o meio externo. Nesse sentido, nota-se que a intolerância e o discurso de ódio contra minorias foi desenvolvido desde a colonização portuguesa, pela segregação entre os índios nativos e os denominados raça pura ou brancos. Diante disso, faz-se mister a adoção de medidas capazes de combater essa situação que ainda se mostra presente no mundo atual.
Em primeiro análise, o imperialismo no século XIX deu-se pelo uso da teoria do darwinismo social utilizada pelos Europeus a fim de dominar a África e a Ásia pela ideologia que a Europa era o modelo ideal de sociedade. Assim, é perceptível que a intolerância existe pela convicção de superioridade adotada por uma parte da população sobre outra, a qual é conhecido como a minoria.
Outrossim, é válido ressaltar que, discursos intolerantes e violentos podem ser fatais e ter consequências graves de diferentes formas. No filme “Harry Potter” a personagem Hermione Granger é denominada como “sangue ruim” por ser uma bruxa que não é descendente de outra bruxa, assim ao longo do filme Hermione sofre insultos e mutilações. Fora da ficção, é perceptível a intolerância que diversos grupos -considerados como diferentes- sofrem diariamente.
Destarte, medidas devem ser efetuadas a fim de mitigar os impactos causados pela intolerância e o discurso de ódio contra minorias. Portanto, urge que as mídias façam debates abertamente ao público, por meio das redes sociais mostrando as consequências da invasão da liberdade do outro. Dessa forma, Hermione Granger e toda a minoria poderá viver em coesão com todos da população.