Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 14/06/2019

Muito tem se discutido sobre a intolerância e o discurso de ódio contra minorias, porém, desde o princípio, há uma minoria que  luta todos os dias por mais respeito e espaço na sociedade, as mulheres. Ainda que, hoje, exista mais de 7 bilhões de mulheres pelo mundo, desde o começo sofreram com o machismo e a misoginia que as rodeia durante séculos, através de violências, desde o assédio verbal até a morte.

Tal realidade causadora do problema em questão, foi comprovada pelo artigo da ONU em 2018, o qual diz que 7 em cada 10 mulheres no mundo já foram ou serão violentadas em algum momento da vida. Pode-se  mencionar, sobre o Brasil, que desde a colonização mulheres foram violentadas, através da miscigenação, que não foi pacífica. Ademais, o machismo é justificado covardemente por questões culturais ou até mesmo religiosas, o que não justifica verdadeiramente toda intolerância ou ódio contra elas.

Além disso, devemos lembrar que há uma hereditariedade de pai pra filho na questão do machismo, onde o filho, homem, nasce escutando do pai que ele manda,  e muitas colocando a mulher em posição de objeto, algo inferior a ele, ou até mesmo aprende o machismo vendo as atitudes do pai, é uma “herança” que machuca mulheres todos os dias, e esse ensinamento direto ou indireto deve ser quebrado.

Portanto, medidas são necessárias para resolver o impasse. O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos deve se voltar mais a segurança das mulheres, que se obrigam a viver em realidades drásticas por medo e por não verem ajuda do governo. Para maior efeito, uma vez que a política influencia a vida de toda sociedade, mulheres devem ter mais espaço na mesma, para que possam assim ter uma vivência humana por meio do empoderamento feminino e da libertação de padrões patriarcais.