Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 15/06/2019
O Nazismo foi uma teoria muito presente no contexto da Segunda Guerra Mundial, na qual o Partido Nazista pregava discursos de ódio e violências a judeus, negros e a outras minorias, pois julgava que elas não se encaixavam no padrão imposto por aquela nação. Na contemporaneidade, atitudes análogas à citada ainda são bastante frequentes em diversas sociedades, fato esse exemplificado por ações xenofóbicas, preconceituosas, racistas e muitas outras. Assim, mostra-se necessário o reforço de medidas contra tal quadro.
É inegável que a intolerância e o ódio estão presentes em múltiplos contextos, especialmente quando se trata da relação dos indivíduos com aquilo que, diante dos olhos deles, é diferente. Isso pode ser exemplificado pelos diversos ataques violentos a índios, como o caso do ateamento de fogo a um indígena no estado de Brasília e a negros, como o ocorrido no Rio de Janeiro, no qual um senhor negro foi morto pela Polícia Militar (PM), alegando que confundiu o guarda chuva que ele estava carregando com uma arma. Tais acontecimentos explicitam que constantemente grupos que se encontram em situação de desvantagem social são considerados mais vulneráveis e, por isso, não estão tão protegidos pela lei, já que ambos os episódios ainda não foram devidamente resolvidos.
Além disso, esses problemas não se manifestam apenas no Brasil, já que atualmente diversos relatos de xenofobia em locais como a Europa e os Estados Unidos têm aumentado em grandes proporções. A explicação para essa circunstância está pautada principalmente na construção de muros para impedir a entrada de imigrantes nesses territórios. Logo, as populações locais vêm adquirindo posições discriminatórias e de repúdio a refugiados e a pessoas que se direcionam para lá em busca de melhores condições de vida.
Urge, portanto, que o Estado coopere. Cabe ao governo o reforço de leis acerca da proteção de minorias e a devida fiscalização a respeito do cumprimento ou não dessas, por meio de órgãos como o Ministério da Justiça. Ademais, a educação desde o ensino básico sobre os diversos perfis das sociedades, por meio de campanhas culturais e propagandas midiáticas a partir de entidades como a Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (UNESCO). Haverá assim, nações menos intolerante e,consequentemente, não propagadoras de discursos de ódio.