Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 17/06/2019

A intolerância, seguida pelo discurso de ódio não é uma adversidade restrita ao mundo atual. Podemos observar, em nossa sociedade, desde os primórdios uma ideia de supremacia entre os humanos, como no holocausto, em que inúmeros judeus foram mortos por se acreditar na superioridade alemã. Atualmente no Brasil, é possível notar uma grande violência que acomete as mulheres, e mesmo que exista uma lei que garanta  a sua proteção, o elevado número de vítimas mostra a sua ineficácia.

O feminicídio é caracterizado pelo homicídio motivado por questões de gênero. Desde sempre a figura feminina foi vista como inferior em relação ao homem, e por vivermos em um país machista, em que suas raízes se encontram no patriarcado, esse tipo de violência ganhou força. Geralmente, o agressor vive ou já viveu com a vítima.

Vale também lembrar, que mesmo havendo uma lei, a lei do feminicídio, ela não é totalmente eficaz a ponto de acabar com esse tipo de crime, segundo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), entre 2007 e 2011, ocorreu, em média, um feminicídio a cada uma hora e meia no Brasil, números altíssimos, explicados pelo não cumprimento real da lei.

Portante, diante dos fatos mencionados, é inegável que seja necessárias mudanças urgentes para garantir a segurança das mulheres. A fiscalização da lei, por meio do poder judiciário, como também, a inserção de punições mais severas para quem pratica esse ato, ajuda a reprimir casos assim. Porém, também se faz necessário, a promoção de políticas que promovam a educação, usando os principais meios de comunicação como veículo, afim de romper com a cultura patriarcal.