Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 16/06/2019

Durante a segunda guerra mundial, Hitler perseguiu judeus, negros e homossexuais, com o intuito de nortear a Alemanha para a denominada raça ariana. Analogamente ao fato supracitado, grupos da sociedade sofrem com intolerância e discursos de ódio, disseminados por outra parcela da população que impõe seu padrão social ou sua raça, por exemplo, como hegemônica.

As pessoas autodeclaradas superiores, principiam um desafeto como os que são julgados inferiores, convergindo para uma raiva incontrolável que, em alguns casos, geram fatalidades. Dessa maneira, a filosofa existencialista, Simone de Beauvoir, discorre que o ser humano não nasce intolerante, ele é moldado em uma sociedade repleta de regras e padrões, sendo assim instruído a agir de maneira deplorável em algumas ocasiões.

Não obstante, minorias sofrem opressão, seja de caráter racial, religioso, de orientação sexual, de gênero e até de partidária, possuindo, ainda, uma fila considerável de preconceitos. Em contrapartida, movimentos emergem, tal qual o de lésbicas, gays, bissexuais e transsexuais (LGBT), buscando seus direitos e cobrando do estado leis mais rígidas, umas das quais promulgadas em maio de 2019, criminalizando a homofobia.

A intolerância e o discurso de ódio, portanto, persistem na sociedade. Por conseguinte, as redes sociais, atualmente, inferem um impacto considerável na visão da população e, o governo, em consonância com o ministério da educação, deve disseminar entrevistas, com pessoas que sofreram repressões, em todos os portais possíveis na internet, almejando uma empatia que corrobore a uma mitigação dos pontos de vista extremos, divergindo, assim, das moldagens tóxicas que Beauvoir aludira.