Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 16/06/2019
O relativismo cultural permite que à pessoa compreender a outra naquilo que ela é, deixando de pensar de forma preconceituosa.Entretanto, a sociedade brasileira estar em situação preocupante em relação a imposição do subgrupo minoritário, no qual um parcela da população encontra-se vulneral nos preceitos históricos e sociais adotado pela maioria dos indivíduos.Dessa forma,essa problemática persiste na realidade do pais,seja pela fragilidade do judiciário e o etnocentrismo cultural.
Hodiernamente,a igualdade é o principal fator de desenvolvimento de um pais.Segundo o filósofo grego Aristóteles,a política deve ser utilizada de modo que,por meio da justiça,o equilíbrio seja alcançado.De maneira análoga,é possível perceber que, no Brasil, o poder público rompe com essa harmonia,haja visto que não cumpre com o seu papel de fornecedor de direitos mínimos, não proporciona ao subgrupos minoritários a criação de novas leis que possam facilitar a convivência social e o aumento de representantes públicos como forma de representabilidade,porem dificulta e reprimi os seus direitos como cidadãos, nos quais não encontram amparo suficiente de crimes de violência física e moral do poder judiciário que não compreende as diferentes maneiras de manifestações culturais.Logo, uma crescente movimentação de indivíduos ocupam as ruas para protestar contra os privilégios do grupo dominante e opressor.
Outrossim,destaca-se o etnocentrismo com impulsionador do problema.Segundo o carta literária do quinhentismo de Pedro Vaz de Caminha,o escrivão relata em seu documento a composição física e cultural dos povos indígenas, delatando a imagem de inferioridade em relação a cultura europeia.Dessa mesma forma, a minoria:negros,mulheres,imigrantes e grupo LGBT, são visto como inferior em relação as pessoas que se consideram julgadoras de diferenças culturais,pois muitos fazem a comparação com a sua cultural é acabam havendo controvérsia em ambas das partes.Nesse sentido, indivíduos são excluídos da sociedade pelo simples fato de que a maioria não compreende a posição específica e reprodutiva de cada cidadão em meios sociais.
Destarte,é indubitável a necessidade de solução para essa querela.Portanto,o Estado e o Ministério da Justiça devem oferecer a população minoritária leis de direitos a um vida civil igualitária e oferecer ampliamento de vagas de cargos públicos para esse subgrupo como o objetivo de que haja representantes em prol da justiça, com a finalidade que pedidos sejam ouvidos e legitimados de modo eficaz.Demais,o Estado e o Ministério da Educação com parceria a propagandas midiáticos têm de impor a população, ensinamentos de como devemos nos responsabilizar as diferentes culturais com proposito de entender como funciona a logica da sociedade e a sua variável maneira de organizar.