Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 16/06/2019

Desde a idade antiga,a intolerância contra minorias se torna presente quando impediam que as mulheres tivessem um papel ativo na sociedade, como o voto. A colonização no século XVI que deu início a miscigenação e a escravidão no Brasil, e a Segunda Guerra Mundial que ficou marcada pelo discurso de ódio de Adolf Hitler, também são exemplos disso.

O machismo é um terrível problema contra as mulheres,e se torna evidente desde a antiguidade até o momento. Quando as mesmas são impedidas de votar, de serem alfabetizadas, de ficarem atribuídas a tarefas de casa enquanto o homem trabalha, e quando elas fazem isso,podem ganhar um salário menor, exercendo a mesma função.

A idade Média ficou marcada pela forte presença da igreja católica e pela reforma protestante,que causa um grande impacto na sociedade contemporânea, que manifesta um imensa intolerância religiosa e também fazem a crença se tornar um dos maiores influenciadores para a homofobia,que julgam que essas minorias são uma “raça inferior”.Esse pensamento ficou marcado por ser a perspectiva de Hitler que  dizimou milhares de judeus, concretizado na história mundial como o Holocausto.

A colonização dos portugueses, deu início a escravidão no Brasil usando os índios, que logo foram substituídos pelos negros. Ele se tornou um país miscigenado,o que faz com que fique conhecido pela sua diversidade de cultura e de raça,mas atualmente é um dos lugares mais racistas e preconceituoso de acordo com o IBGE.

A intolerância e o discurso de ódio existe desde a antiguidade, até no presente, mas de acordo com o artigo 5º da Constituição Brasileira, todos somos iguais perante a lei. Então o poder judiciário deve criar leis mais severas para punir os indivíduos que praticam esse problema,dando maior credibilidade as polícias brasileiras. Além dos ministérios da saúde e educação, criarem publicidade com a ajuda de movimentos específicos, contra essas dificuldades, fazendo com que tenhamos uma sociedade mais consciente e menos preconceituosa, facilitando a vida das “minorias”.