Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 16/06/2019
No período de ascensão dos militares ao poder na república brasileira em 1964, houve diversas denúncias por parte da população contra o então governo, denúncias sobre perseguições a grupos considerados minorias no país, embora naquela época essas perseguições eram, e ainda são até hoje muito preocupantes, eram acobertadas pela imprensa controlada pelo governo e disseminadas ideias que apenas fossem de interesse da cúpula no poder. Por mais que essas ideias fossem tornar a imagem de grupos como o movimento LGBT e populações com a islã em imagens que gerariam preconceito por parte da sociedade, a imprensa junto ao governo ainda assim insistiam e insistem com a propagação de ideias equivocadas.
Em primeiro plano, no Brasil e no mundo, a comunidade LGBT é discriminada e muitas vezes tratada de forma extremamente violenta por pessoas que em muitos casos são induzidas indiretamente por atos estatais a exercer praticas preconceituosas, um exemplo disso é o caso que aconteceu na Rússia a pouco tempo atrás, onde manifestantes que reivindicavam por seus direitos sexuais foram violentamente reprimidos pela polícia local.
Em segundo plano, tem-se a comunidade adepta ao islamismo, que é criticada e julgada por ações criminosas cometidas por pequenos grupos terroristas. Tais grupos como o Estado Islâmico matam e condenam pessoas em nome do islamismo, condenando quase sempre, a imagem do próprio povo e religião.
Levando-se em consideração esses aspectos, pode-se concluir que a melhor solução para essa problemática seria o estado fomentar uma conscientização nacional a respeito das diferenças existentes entre vários grupos, passar programas em determinadas horas do dia para mostrar à população como esses grupos sofrem com o preconceito e como é difícil para eles lidarem como todo esse problema, por outro lado, a criminalização da Homofobia, xenofobia e tantos outros, devem ser levados em consideração e atribuir as devidas punições àqueles que as praticarem.