Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 17/06/2019

Durante a Segunda Guerra Mundial, o saldo de mortos nos campos de concentrações chega a 11 milhões de pessoas. Entre estas vítimas estão negros, homossexuais, ciganos e majoritariamente judeus. Este é o exemplo mais marcante de intolerância contra minorias na história. Hoje, ainda há discursos de ódio na sociedade, que acabam se desenvolvendo desde a infância, pois não há nenhuma medida  pedagógica para lidar com o assunto.

Discursos de ódio marcam forte presença na sociedade brasileira,  pois atualmente ainda há movimentos sociais formados pelas minorias, como os LGBTQ+, negros e feministas. Isso evidencia a necessidade de uma posição de defesa e luta por parte dessas parcelas da população. Luta esta que ainda continua gerando resultados, como é o caso da lei recém aprovada que criminaliza a homofobia.

Por outro lado, ainda há o bullying, que mascara um discurso de ódio na infância. Isso mostra que a mentalidade intolerante geralmente nasce durante o período infanto-juvenil, muitas vezes influenciados pelos pais que também são intolerantes. No entanto, as escolas ainda não têm as instruções e métodos necessários para tratar o problema.

Portanto, para acabar com a intolerância e o discurso de ódio contra minorias, é necessário estabelecer uma educação infantil que visa respeitar essas parcelas da população. Para isso, o Ministério da Educação deve intervir com um projeto que busca implementar aulas sobre conscientização social no currículo da educação básica. Por fim, a intolerância contra minorias no Brasil deverá diminuir progressivamente, contribuindo para que massacres, como o ocorrido na Segunda Guerra Mundial, não aconteçam novamente.