Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 16/06/2019
Para Sócrates, o homem, por natureza, procura sempre o bem, mas nem sempre pratica o bem. Ao colocarmos no contesto atua da sociedade, a maioria das pessoas que pregam ter boas condutas agem de forma discriminante e intolerante com outros por eles fazerem parte de grupos que não propagam os mesmos pensamentos como a maioria da população, intitulando-os como minorias, essas por sua vez são vítimas da falta de informação e violência por partes de indivíduos.
A ignorância torna o homem vítima, por não querer se informar e ganhar sabedoria, sendo assim desconhecem que minorias como todo cidadã tem direitos, está na Constituição Federal no artigo quinto que todos são iguais perante a lei e tem direito à vida, liberdade, segurança e propriedade. Então se tirar isso de um cidadão brasileiro será punido e é encaixado em todos grupos, principalmente os mais vulneráveis de alvos discriminatórios como: mulheres, negros, LGBT+ (Lébiscas, Gays, Bissexuais, Transexuais).
Outro fator, acarretado da ignorância gera a violência, o Brasil, por sua vez, país de diversidades de etnias, também conhecido por ser acolhedor, está como o quinto país que mais mata mulheres e os índices de homofobia não ficam atrás, segundo o Relatório do Grupo Gay da Bahia (GGB), em 2017, indica que 445 lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais foram assassinados, uma vítima a cada 19 horas, enfatizando que foi um recorde histórico já que essa instituição já existe faz 38 anos.
Portanto, cabe ao Estado tentar tornar um país justo para todos os cidadãos, por meio do Ministério da Educação e o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Esse aprimorar leis já existentes e a qualidade do atendimento a vítima, seja violência verbal ou física, aquele que a educação possa trabalhar em informações e campanhas de orientação, mostrar leis e deveres que a população deveria saber.