Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 22/06/2019
A Declaração Universal dos Direitos Humanos - promulgada pela Organização das Nações Unidas (ONU) - assegura a todos os indivíduos o direito à saúde e ao bem-estar. Entretanto, esses direitos encontram-se ameaçados quando se observa o aumento de Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST’s). Isso se deve, sobretudo, às péssimas políticas públicas aplicadas somadas ao estilo de vida da juventude moderna. Logo, ações devem ser tomadas para mudar o movimento desse óbice.
Com efeito, é crucial notar que, no Brasil, um dos principais influenciadores para o aumento dos casos de DST’s são as medidas governamentais de se preocupar mais com quem já está infectado do que com uma prevenção efetiva. Segundo o novo Ministro da Saúde, Luiz H. Mandetta, o cenário atual é reflexo das políticas que vem sendo empregadas. Nesse contexto, percebe-se que há uma necessidade de mudança no combate às doenças sexualmente transmissíveis. Diante disso, ações rápidas devem ser aplicadas para contornar o problema.
Sob esse viés, o modo de vida da juventude atual é um outro agravante. Zygmunt Bauman retrata em seu livro “O amor líquido” que as relações interpessoais estão cada vez mais voláteis, assim, os jovens da “Modernidade Líquida” não mantém um parceiro fixo por muito tempo. Devido a isso, os jovens fazem sexo com diferentes parceiros, consequentemente, aumentam as chances de receber um vetor da doença. Com isso, é notório que medidas sejam aplicadas para a problemática supracitada seja atenuada ou superada.
Portanto, medidas se fazem necessárias para resolver o impasse. Para isso, cabe ao Ministério da Saúde criar políticas preventivas. Isso ocorrerá por meio do direcionamento de recursos da saúde para campanhas de conscientização e distribuição de preservativos, tendo como resultado não apenas a divulgação dos perigos das DST’s, mas também ensinar como preveni-las. Com a finalidade de retirar do pensamento do jovens a visão naturalizado dessas doenças.