Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 27/06/2019
O preconceito que nunca deixou de existir
No período de colonização das Américas e da Africa, homens brancos europeus pensavam estar certos em explorar e escravizar povos indígenas e negros por suas peles serem escuras e poder representar algo ruim em relação a sua a alma. No Brasil, no entanto, após mais de um século da escravidão, o discurso de ódio contra pessoas negras cresce cada vez mais e deve ser algo combatido enquanto há tempo.
É fato que nossa sociedade é, em sua maioria, racista e preconceituosa e que isso se deve ao modo de como fomos “criados” desde a época dos portugueses, no qual estes ensinavam aos novos descendentes que a raça negra era inferior a branca e assim foi passado de geração em geração e se perpetua até hoje. A intolerância se tornou algo comum, fazer piadas sobre o tom de pele de um determinado indivíduo é engraçado e normal.
Nos Estados Unidos por exemplo, após a Guerra de Secessão onde o sul era a favor da escravidão e o norte contra, um grupo de extremistas foi criado, o Ku Klux Klan, o qual apenas brancos podem fazer parte. Este grupo voltou a ter apoio no início de 2018. O mesmo nunca deixou de existir em si, mas a quantidade de apoiadores havia diminuído.
Logo, no Brasil, o Estado, por sua autonomia, deverá criar leis mais fortes do que as de hoje e melhorar a educação, ensinando a respeitas as diferenças e através dos três poderes fazer com que as regras sejam cumpridas e não permitir este tipo de intolerância na nação. A mídia por sua vez, tendo um grande alcance, deve promover campanhas abordando o assunto mais vezes. Somente assim, se construirá um país melhor.