Intolerância e discurso de ódio contra minorias

Enviada em 24/08/2019

Promulgada pela ONU (Organização das Nações Unidas) em 1948, a Declaração Universal dos Direitos Humanos garante a todos o direito a segurança e ao bem- estar social. Conquanto, os incidentes casos de intolerância e ódio, vão de encontro a essa carta, devido as hierarquias enraizadas e o descaso do governo com a população contemporânea.

Inicialmente, é indubitável que o Brasil é um país intolerante, e isso não é um problema atual. Um exemplo disso foi na colonização do território nacional, em 1500, onde os portugueses chegaram, mataram e escravizaram os índios que aqui viviam, demonstrando total falta de empatia. Dessa forma, vale traçar um paralelo entre esse acontecido e a morte da vereadora Marielle, suspeita de morte por defesa aos Direito Humanos. Nesse sentido, da-se a perceber que a sociedade maioritária ainda escraviza de forma indireta as minorias, tendo como consequência a ascendência da violência.

Ademais, é somado ao gradiente da problemática, o descaso e o despreparo do governo com o assunto. “Pensamos no bem e no futuro da nação”, são frases como essas que nos levam a indagar se as autoridades estão realmente preocupadas com o futuro da nação. De acordo com o site O GLOBO, homens, jovens e negros sem escolaridade, são as maiores vítimas de violência. Sendo assim, enquanto o governo fechar os olhos para seu próprio despreparo, não só o número de mortes aumentará, mas como também haverá ascendência de pessoas com depressão, crise do pânico, ansiedade e entre outras doenças, afetando outras áreas.

Portanto, medidas são necessárias para deslindar a intolerância e o ódio. Dessa maneira, O MEC (Ministério da Educação) deve promover o ensino a empatia, respeito e tolerância como grade curricular, com o uso de livros e visitas a várias outras culturas. Sendo ministrados por professores especializados na área de filosofia e sociologia. A fim de que, por meio de processos futuros, a sociedade possa desfrutar do direito a segurança, como dita a carta do Direitos Humanos.