Intolerância e discurso de ódio contra minorias
Enviada em 18/09/2019
A Declaração Universal dos Direitos Humanos de 1948, defende a manutenção do respeito a todos os povos de uma mesma nação. No entanto, no cenário brasileiro atual, observa-se justamente o contrário quanto a questão da intolerância e do discurso de ódio contra minorias. Em meio a esse debate, é necessário analisar tal quadro ligado a fatores educacionais e históricos.
Em primeira analise, a educação mostra-se como um dos desafios a resolução do problema. Nesse sentido,, o filosofo Schopenhauer defende que os limites do campo de visão de uma pessoa determinam o seu entendimento a respeito do mundo. Isso justifica outra causa do problema: se as pessoas não acesso a informação séria sobre a intolerância e o discurso de ódio sua visão será limitada, o que dificulta a erradicação do problema.
Além disso, cabe ressaltar que os fatos históricos também configuram-se como um entrave no que tange a questão da intolerância . Nesse sentido, a Segunda Guerra Mundial mostrou-se de grande importância, uma vez que as consequências ainda são persistentes em alguns paises europeus no que diz respeito aos direitos dos homossexuais que foram perseguidos pelos nazistas.
Portanto, para que a intolerância e o discurso de ódio contra as minorias deixe de fazer parte da realidade brasileira, medidas devem ser tomadas. Torna-se necessário que o MEC em parceria com os Governos Esaduais desenvolvam projetos que proporcionem a discussão acerca do legado histórico mundial e brasileiro relacionando-os com os problemas atuais. Por fim , é preciso que a comunidade olhe para a problemática com mais empatia, pois, como argumentava o poeta Laminski: ‘‘Em mim, eu vejo o outro’’.